ahh como eu queria: do seu lado colocar o sono em dia!
a idéia é ser um lugar pra escrever algumas das coisinhas que passam na minha cabeça. antes, uns anos atrás, eu fazia isso num caderno que eu acabei perdendo num ônibus em BH. aqui eu não perco! pelo menos em tese...
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Só Sei Dançar Com Você
“Espero um dia poder dizer o mesmo a você”, foi a resposta dada pela vovó ao meu feliz dia das mães.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Detalhes
Já era tarde. Bem tarde. A quantidade de álcool colocada pra dentro também já era grande. Bem grande. Já dava até pra esquecer o sufoco dos últimos meses, os dias e mais dias passados sozinha. Não tão sozinha, afinal, a cachorrinha sempre estava ali. Sozinha de gente. Longe de casa a mais de 29 semanas, um almoço acabou virando uma cerveja num bar, que puxou um convite para ir a um casamento. Putz, adoro casamentos! Mas será que não é meio estranho ir sem conhecer os noivos? Nada, cê tá com a gente!
Ok, com cabelo curto toda festa fica mais fácil. E lá se foi. Até bem bonita.
A cerimônia foi linda, o lugar era muito bacana. Ela até chorou, como sempre. Mas, enfim, chegou a festa. Oba! Cai na mão dela um copinho de whisky (com energético, pra descer facinho). Depois mais um, e mais um, e outro... Foi assim que chegou no tarde ébrio lá do começo. Quando notou, estava descalça (ela detesta salto) dançando músicas dos anos 60 (que ela adora dançar essas músicas).
Passou um rapaz, que mais cedo, ainda no bar, tinha sido apresentada e simultaneamente informada ao pé do ouvido que ele estava disponibilissímo. Quer saber, por que não? Chama ele ali pra mim por favor? Oi. Oi. Preciso te falar uma coisa. Fala. É que os homens... os homens, não valem as pilhas do meu vibrador. (Risinho sem graça).
Corta pro beijo, pro amasso, pro vômito no banheiro, pras camareiras expulsando ela da festa. Ele foi um gentleman, acompanhou-a no taxi, desceu na casa dela. Ela que pagou. Esperou ela tomar um banho (tava incomodadíssima com um suposto cheiro de vômito).
E ele acabou ficando por lá, conversando até de manhã na cama. Quando ela melhorou, eles acabaram terminando o que tinham começado. Sim, o sexo. Ela tinha recentemente terminado um namoro estranho, e desde então, só o vibrador fazia companhia naquelas noites quentes. Sim, o vibrador existia mesmo, e movido à pilhas recarregaveis, pra ser ecologicamente correto.
Tava lá a chance! Ia tudo muito bem, até ela descobrir o tamanho da encrenca em que estava. Era mínimo, minúsculo, quase imperceptível. Bem pequeno. Não fazia nem cosquinha. Ela já tinha conhecido um cara assim, mas ele tinha outras qualidades que nem deixaram ela perceber esse detalhe.
Não dessa vez. Além de pequenino, ele não se preocupou em fazer nada de mais. Na verdade, não se preocupou nem com o básico.
Não dessa vez. Além de pequenino, ele não se preocupou em fazer nada de mais. Na verdade, não se preocupou nem com o básico.
Ui, gozei. Como assim??!!??! Ela nem tinha certeza se tinha começado! Ela virou e tentou dormir. Não conseguiu, ele roncou. Muito. E pediu carona pra casa quando acordou. Voltando pra casa ela pensou muito. Em como pequenos detalhes fazem uma grande diferença sim. E em como ele, realmente, não valia as pilhas. Ainda bem que ela se avisou antes.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Preto com um buraco no meio

Lá nos idos de 1988, meu pai começou a falar de um disco que tinha sido lançado de um grupo não muito conhecido, que fazia uma revista que ele lia muito. O grupo era o então desconhecido Casseta & Planeta, que fazia a excelente revista Casseta Popular. Falo que é uma revista excelente com conhecimento de causa, ainda existem algumas na casa dele em ótimo estado de conservação.
Voltando ao disco: o nome era "Preto com um buraco no meio". Era hilário... A gente ia nas lojas e perguntava se eles tinham o disco preto com um buraco no meio. Lembro de um atendente que disse que tinha vários, que na verdade, todos discos que ele tinha lá eram pretos com buraco no meio...
Um dia enfim conseguimos! E nem foi o disco, foi uma fita K7, original. Até hoje desconfio que meu pai só deu aquela fita pra mim e pro meu irmão pra provocar minha mãe (tinham se separado a pouquissimo tempo...). Eram muitos palavrões e brincadeiras pra apenas 12 faixas. Muitas das brincadeiras eu não entendia, tinha 7 ou 8 anos. Mas sempre perguntava o que significava tal e tal coisa... Meu pai explicou grande parte das músicas... a encenação do Bussunda como Tim Maia, o que foi o Mobral entre outros.
Bom, um belo dia meu irmão emprestou a nossa fita pra um colega que nunca mais devolveu. Fiquei muito chateada com isso... No início do ano passado resolvi procurar na internet e fiquei muito surpresa: achei!!!
Compartilho aqui o link. Faz lembrar de como o C&P já foi criativo, escrachado, tosco e engraçado. Pra quem já conheceu, bom pra matar saudade. Pra quem não conhece, boa diversão!
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