terça-feira, 29 de setembro de 2009

once in a while

Por que ele ainda faz isso comigo?
Os anos passam e nada muda...
Será que um dia eu esqueço isso tudo?
Ou um dia ele descobre que só vai ser feliz comigo?
Ou, de repente, vai acordar resolvido a largar a menininha que afaga o ego dele e tentar construir uma vida comigo?

Toma jeito, Dona Anita!

Não deve ser bem assim que funciona...
Passar horas e mais horas conversando, rindo, concordando com besteiras da vida, tomando excelentes cervejas juntos, nunca quis dizer que pode ser amor.
...isso porque a parte do sexo excelente nem foi citada.

Deus do céu, será que o jeito é me afastar mesmo?
Ou brigar por ele?
Continuar chorando de longe ou chutar o balde pra rir de perto?

Fim do mês completam 3 anos disso.
Ok, ouvir Jazz não ajuda em nada.
Até estricnina é melhor.

Ouvir jazz num show lindo com ele & ela junto...

Acho que fico com a estricnina mesmo.

Dói menos

"
I don't know what love is
I'm selfish and lazy
And when I get scared I can act like I'm crazy
But when I think of your kisses
I'm still gonna smile
I'm still gonna miss you
Once in a while"

segunda-feira, 22 de junho de 2009

... que todas as cervejas sejam Leffe

Hoje, tomando uma cerveja belga chamada Leffe (estava guardada a alguns meses aqui em casa pra comemorar uma notícia boa que chegou hoje), lembrei de uma propaganda beeem antiga.
Era das bolachas Mabel. Acho que vi em algumas revistinhas da turma da Mônica... Era em quadrinhos, um cara indo pro paredão, com um pelotão de fuzilamento ao fundo. O chefe do pelotão perguntava ao condenado se ele tinha um último desejo. Ele respondia: "que todas as bolachas sejam Mabel".
É uma associação boba, mas hoje, tomando essa maravilhosa cerveja Leffe, pensei que se tivesse um último desejo agora seria: que todas as cervejas fossem Leffe. É injusto que todas as outras cervejas do mundo coexistir com a Leffe.

Tim-tim

Música de casamento II

perfeita pra entrada do noivo...


segunda-feira, 15 de junho de 2009

TPM #88

Acompanho a TPM (Trip para Mulher), dês do primeiro número... Já assinei e parei de assinar algumas vezes. Hoje assino a Trip (de homem mesmo...) pois acho, no geral, os textos melhores que da versão feminina. Vendo a versão on-line da TPM deste mês, em meio a um texto sobre o amor em meio aos recursos digitais, achei esse pedacinho de texto do Xico Sá muito interessante:

"De acordo com (...) Xico Sá, a melhor maneira de declarar o amor é sem faixas ou emoticons. “Já declarei ‘eu te amo’ até em suruba lounge, mas hoje só digo depois de dormir mil e uma noites com a moça. E jamais na cama. Lugar de dizer eu te amo é na mesa do café da manhã e não com palavras. Basta pisar no pé dela, falando uma espécie de braile ou código Morse da felicidade clandestina.”"

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Trilha certa

Uma amiga muito querida me pediu ajuda pra escolher músicas pro casamento dela. Vez ou outra escuto alguma interessante, mas sempre acabo esquecendo.
Hoje lembrei de duas. As imagens dos vídeos não são muito bacanas, mas como o que importa são as música, lá vão:



e



Não encontrei a versão dos Beatles, que acho mais interessante. Alguma outra sugestão?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Preto com um buraco no meio


Lá nos idos de 1988, meu pai começou a falar de um disco que tinha sido lançado de um grupo não muito conhecido, que fazia uma revista que ele lia muito. O grupo era o então desconhecido Casseta & Planeta, que fazia a excelente revista Casseta Popular. Falo que é uma revista excelente com conhecimento de causa, ainda existem algumas na casa dele em ótimo estado de conservação.
Voltando ao disco: o nome era "Preto com um buraco no meio". Era hilário... A gente ia nas lojas e perguntava se eles tinham o disco preto com um buraco no meio. Lembro de um atendente que disse que tinha vários, que na verdade, todos discos que ele tinha lá eram pretos com buraco no meio...
Um dia enfim conseguimos! E nem foi o disco, foi uma fita K7, original. Até hoje desconfio que meu pai só deu aquela fita pra mim e pro meu irmão pra provocar minha mãe (tinham se separado a pouquissimo tempo...). Eram muitos palavrões e brincadeiras pra apenas 12 faixas. Muitas das brincadeiras eu não entendia, tinha 7 ou 8 anos. Mas sempre perguntava o que significava tal e tal coisa... Meu pai explicou grande parte das músicas... a encenação do Bussunda como Tim Maia, o que foi o Mobral entre outros.
Bom, um belo dia meu irmão emprestou a nossa fita pra um colega que nunca mais devolveu. Fiquei muito chateada com isso... No início do ano passado resolvi procurar na internet e fiquei muito surpresa: achei!!!
Compartilho aqui o link. Faz lembrar de como o C&P já foi criativo, escrachado, tosco e engraçado. Pra quem já conheceu, bom pra matar saudade. Pra quem não conhece, boa diversão!

terça-feira, 26 de maio de 2009

About

Eu tenho 26 anos, sou mineira de Beagá, engenheira florestal. Escolhi essa formação porque queria contribuir de alguma forma com as coisas que não vejo como certas. Como nunca levei jeito pra política, não sou criativa pra artes, resolvi trabalhar na área ambiental.
Moro há um ano e meio sozinha, longe da minha família e dos meus amigos. Tenho uma cachorrinha salsicha chamada Branca Margarida, que usa uma fitinha rosa do Senhor do Bonfim de coleira. Converso tanto com ela que até acho que ela responde.
Acredito em signos e acho que sou mais tensa por ser virginiana. Tenho um tanto de mania... só lavo louça de luvas, só uso grafite 2B e caneta azul. Adoro cheiro de chuva e de amaciante. Adoro programa do Chaves, The Office, The Family Guy e lógico, Simpsons.
Depois de 10 anos, recomecei a ler Grande Sertão: Veredas. Amo biografias. Me apaixonei pela Carmen Miranda depois de ler a dela. Tô na fase de biografias musicais: Carmen, Nara e Tim. Acho O Apanhador no Campo de Centeio fantástico e que o Pé na Estrada do Kerouac é obrigatório. Não gostava de poesia até conhecer o Drummond e o Vinícius.
Sou apaixonada por quadrinhos. Acho que começou com a turma da Mônica. Quino é genial, mas elegeria o Henfil como mestre. Quando tinha uns 10 ou 11 anos ganhei uma coleção de revistinhas da DC de um primo. Foi quando me apaixonei pelo Batman, Alex Ross, Guy Gardner, Frank Miller, fase cômica da Liga da Justiça, Novos Titãs. Hoje acompanho pelos sites os cartunistas brasileiros que gosto: Angeli, Adão, Laerte... tenho tirinhas deles recortadas de jornal de uns 15 anos atrás. Gosto muito do Dahmer, Salimena, Bichinhos de Jardim, Arnaldo Branco, Sica, Benett, Carranza, Chiquinha, Magias & Barbaridades, Ryotiras, Wagner & Beethoven. O Quase Nada do Bá e do Moon me emociona. Na verdade, tudo que já li deles - praticamente tudo - me emociona. E muito.
Solteira. Perdi um pouco da fé nos homens. Ok, sou exigente e chatinha assumida. Nunca trai, mas não acredito em fidelidade. Adoro sair, detesto cantadinhas e que encostem muito em mim. Vi em algum lugar uma descrição que serve pra mim: sei que não sou incrivelmente bonita, não sou especialmente inteligente nem totalmente sincera, mas sou uma mulher de verdade.
Minha família e meus amigos são importantes demais. Tenho costume de cuidar das minhas amigas. Elas me acham muito sarcástica. Uma delas levou um susto outro dia, quando mostrei pra ela a foto do vestido de noiva dos meus sonhos. Ela nunca achou que eu fosse chegada nessas coisas de mocinha.
Em musica, gosto de quase tudo. Quando não sei o que quero escutar, coloco Cake que dá certo. Adoro samba, frenquento sambas mas não sei sambar. Uma amiga me disse que pra sambar bem é só não olhar pros pés, e balançar a pélvis como Elvis. Sei não. Um samba: O sol nascerá. De eletrônicas, House salva a pátria. Tive fase adolescente roquenrou e ainda gosto muito daquilo tudo. Ramones é fantástico, Jorge Ben me empolga. Mutantes, Tropicália e Secos & Molhados também. 70% do que escuto foi feito antes que eu nascesse. Do que veio depois disso: Roberta Sá, Camelo, Céu, PLAP, Little Joy, Mundo Livre, Escambo, Graveola, Pato Fu, Seu Jorge, Mombojó. Tenho flertado com o Jazz. Costumo tomar como verdade as letras de musica e poesias que gosto.
AMO cerveja! Adoro experimentar novas marcas e tipos. A Colorado Apia foi a melhor dos últimos tempos.
Nunca sei como finalizar os textos... costumo deixar reticências com a ultima coisa que consegui pensar. Pura incompetência e falta de vergonha na cara.